15 reais de inscrição com camisa, caneca e certificado

escrito por Fabi Estiga nesta data  26. junho 2017 11:13

(quem não tem colírio usa óculos escuros/Gravataí 20º) A gente perde a noção do valor das coisas. Celular custando preço de carro usado. Carro custando preço de imóvel, imovel custando o que muitos não ganham durante uma vida. Mas tem coisas bem possíveis, fruto de trabalho, é claro. 15 reais a inscrição para o evento de Fuscas ontem em Guaíba, veja como no vídeo abaixo:



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Tex The Teckel - a primeira noite

escrito por Fabi Estiga nesta data  18. junho 2017 23:03

Como todo filhote, deu trabalho. Minha mãe acordou algumas vezes durante a noite. Mas tudo bem.

Durante a tarde ele ficou aqui um tempo, apresentamos para os outros cães aqui de casa, porque ele vai ter que ficar aqui em algum momento da vida dele.

Ai aproveitei e tirei umas fotos dele. Tex é bem legal, um temperamento bem calmo, não tem medo. Com tantos cães grandes aqui ele não teve dúvidas, foi passando por debaixo dos Borders e andando.

Ele até deu umas corridinhas pelo pátio. Cheirou bastante a grama, e correu mais um pouco. Cherou os outros dogs e correu mais. Não chegou a ficar de língua de fora, porque estava frio, mas deu para cansar. Depois voltou pra casa dos meus pais, e correu mais. kkk



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Tex The Teckel

escrito por Fabi Estiga nesta data  17. junho 2017 22:11

Tem coisas que a gente não deve pensar muito antes de fazer. Tem que simplesmente fazer. Quando eu comprei o Schummy foi assim. Não pensei muito, achei que era certo.

Esse ai da foto é o Tex, não vai ocupar o lugar da Godú, bem longe, mas vai ocupar outro lugar. Vai fazer as coisas andarem. Aqui em casa a gente não tem muita opção, as coisas acontecem, mas a minha mãe e meu pai só tinham a Gorda, então agora eles tem essa coisinha pequeninha e preta, chamada Tex.



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Gordura não! Gô-dú-rá!

escrito por Fabi Estiga nesta data  12. junho 2017 22:55

A vida da Gorda era uma confusão. Era um Dachshund numa casa de Borders. Uma baixinha num lugar onde todos saltam pra ganhar a vida. A "matilha" dela não era justa. Até por esse motivo foi muito mimada.

Todo cachorro pequeno acaba meio mimado. mas Godú era um Dachshund e quem conhece um Dachshund, sabe que um Dachshund é um Dachshund.

Eles parecem umas portinhas. Não te escutam, eles fazem o que querem fazer, no entanto são cães adoráveis, muito parceiros e super engraçados. Abaixo Gorda, Gordo e a Tiga, irmã dela.

O que ela precisava era de uma parceria para dormir. Não havia necessidade de chamar a segunda vez. Ela ia sozinha para o quarto. Fat foi a primeira dos dois dogs que tive, que não souberam o que é ter outro cuidador. Ela nasceu em casa e ficou com a gente até o fim.

Apesar de gostar muito de dormir, ela adorava brincar. Fez agility, óbvio, interessante que o drive dela não era por comida, como deveria ser uma faminta salsinha. Era por brinquedos. Foi o primeiro cão do Théo em pista. Ainda na categoria fraldinhas. Abaixo uma linda foto do Miguel.

Nunca foi oficialmente, porque mesmo o mini do iniciantes era muito para ela. Faltava verticalidade. Mas brincava em casa, era divertido.

Nos últimos dois anos passou muito tempo na casa dos meus, pais. Foi morar com a vovó. Era a vida que pediu aos Deuses. Uma casa só pra ela, sem aquela bordalhada toda dando rabada na cara dela. Sem Nimoy torrando a paciência... na casa da Vovó ela tinha uns 10 tapetes e tinha a Vovó, e até o Vovô.

Eram 20 refeições, toda atenção só pra ela e tenho certeza que ela ajudou muito a minha mãe na recuperação da última operação que ela fez, trocou um dos joelhos. Não foi fácil, mas Godú estava lá!

Viveu a vida que sempre quis. Mas vez que outra voltava aqui pra casa e... dormia... ou ficava olhando o rato com aquela cara de Alf o ETeimoso.

Godú, não foi fácil, a gente sabe. Você lutou, foram tantos problemas, umas três operações terríveis, mas você foi a mais forte de todas. A gente viu. Agora aproveita o céu de bolinhas, e volta quando achar que deve.



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A desconfiança

escrito por Fabi Estiga nesta data  9. junho 2017 10:42

Dia desses eu fui tirar dinheiro num caixa eletrônico, no shopping. E não costumo realmente fazer isso, não ando com dinheiro. Uso muito, quase que 100% do que gasto no débito. Bem mais pratico.

Mas fui e esqueci o cartão no caixa. Poutz, que trampo. Bom que é um cartão apenas de débito, mas incrível como algumas máquinas ainda liberam o dinheiro sem que o usuário tire o seu cartão, porque quando sai o dinheiro você fica na neura de contar e guardar. Ainda que fosse pouco dinheiro, 200 reais (acho).

Ai quando percebi que havia perdido o cartão pensei já em como eu conseguiria outro cartão, teria que bloquear e tals. Mas achei melhor passar no setor de informações do Shopping. Perguntei se alguém achou um cartão. A moça perguntou de qual banco, olhou para a mesa dela, perguntou meu nome, olhou para a mesa e perguntou "Ferreira?" E eu disse "sim! o Brasil tem salvação!!!".

Tudo confirmado, parte burocrática feita, sigo minha vida.

Outro dia num evento e páh! alguém perdeu a carteira. A notícia se espalha, "poutz perdeu a carteira e tals..." até que num dado momento a notícia chega até a minha pessoa justo na hora que estou com a minha carteira na mão. E alguém passa olhando para ela como vasculhando o que tem dentro pra saber se é minha carteira mesmo ou se é a carteira perdida.

Me senti invadido na hora, mas depois pensei bem e vi: a gente vive na desconfiança e a pessoa não me conhece. Se soubesse quem eu sou talvez pedisse pra olhar dentro. hahaha. Ia ver um monte de cartões que não uso, uma cartinha Pokemon, minha identidade com cabelo comprido, uns tiquetes de desconto do Burguer King e trocentos comprovantes de débitos passados.

A carteira depois foi achada, estava guardada. Tão bem que nem o próprio dono achou.



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A Chuva

escrito por Fabi Estiga nesta data  25. abril 2017 20:23

No primeiro feriado de abril, aqui choveu três dias direto. Para tudo em casa. Treino dos dogs, reforma do carro, qualquer atividade de casa como limpar o pátio, tudo fica pra depois. O melhor foi abrir o sofá e ficar uma tarde deitado nele.

Mas rolou também a gravação dessa música. Eu tenho um pouco de equipamento, mais do que uma pessoa normal, menos do que um profissional. Mas tenho tudo pra gravar uma música completa, se precisar. Algo que minha ansiedade nunca permitiu. Agora, tipo, se numa urgência eu precisar gravar uma música na madrugada, eu posso. Abaixo a gravação completa de Chove Chuva, do Jorge Benjor.

CHOVECHUVA.mp3 (6,86 mb)

Tenho uma relação interessante com músicas de chuva. Gosto muito delas e gosto também da chuva. Só percebi isso ontem. Enquanto chovia, que muitas das minhas músicas preferidas tem chuva envolvida. Essa é uma delas, adoro essa música, e nem gosto de Jorge Ben, respeito ele, baita compositor.

Minha preferida do Led se chama "Rain Song", por exemplo. Alívio Imediato dos Engenheiros no refrão tem chuva. Gosto de Planeta Água do Guilherme Arantes, talvez a única que eu curta dele, tem chuva. Adoro Chuva... enfim.

Sempre que chove, me dá uma vontade de treinar os dogs. Adorava treinar slalon com o Bola na chuva. Aquela barréla, cachorro sujo, eu molhado e suado, os burados no chão. O Caos, gratificante.

Chove chove chuva... #chuva #jorgeben #jorgebenjor #Chovechuva #música #violão

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Geral | Música

Paulínia - Ativa Náutica

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. abril 2017 20:24

Estamos em São Paulo, eu e meu Pai, trabalho com um pouco de diversão, controlada. Diversão porque nem tudo é trabalho. Mas ontem, quinta-feira, estivemos na fabrica da Ativa Náutica, fabricante de coletes salva-vidas.

Na foto acima, um 'Tobby" Golden Retriever como manequim dos coletes caninos.

A fabrica da Ativa é incrível, uma linha de montagem com equipamentos de primeiro mundo, muito organizada e voltada para o futuro, sempre pensando em inovações. Nós vendemos aos logistas no Rio Grande do Sul a marca, algo que é muito bom, estamos ligados diretamente aos melhores produtos do mercado. Sem dúvidas é a melhor e maior fabricante de coletes do Brasil.

Obrigado Marta e Julia por tudo, e também um agradecimento aos mais de 100 colaboradores que trabalham na fabrica.



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Quero Café, Quero Café

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. março 2017 22:16

Desde segunda na estrada, amanhã é terceiro dia que acordo e tomo café num local diferente. Num determinado ponto dos últimos três anos o ato de acordar e depois ir ao local onde servem o desjejum tornou-se pouco relevante. Porque de forma geral o café, a bebida não o todo, de hotel é ruim. É fraco.

Eu tomo um suco, que nos locais onde durmo, apesar de bons, não é natural e quando é a quantidade de água adicionada pra render é pornográfica. Paciência nada é perfeito. Sempre pego uma banana pra comer no carro. 

O café, no interior do Rio Grande do Sul nem de perto tem o mesmo peso que tem em outros centros. É difícil achar uma boa cafeteria, difícil mesmo e muitas  vezes quando encontra a moça (o) nao sabe ordenhar a máquina pra tirar um expresso (espresso? EX presso? es-presso?) razoável.

Nas viagens, por exemplo, é bem difícil encontrar um local que tenha máquina de café moído. Tem aqueles prontos que você aperta o botão e ele joga num copinho de isopor a bebida. Terrível. E outra coisa que me chateia no café. A xícara. Poutz...

Tem que ser de porcelana. Uma vez pedi um café num posto de gasolina. Café preto. Veio um cara com um copo de café. Por favor né? Não tomei, disse que não, obrigado e tchau. Não estava tão desesperado.



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11 anos de paternidade

escrito por Fabi Estiga nesta data  6. março 2017 17:02

São dois aniversários na verdade. O dele como pessoa e o meu de pai. E se a vida deveria ser sempre comemorada, e não uma vez por ano, a paternidade nem sempre é uma festa. Eu não sabia o que exatamente eu seria como pai, o que eu nunca quis foi ter um filho mal educado.

Creio que a educação é o princípio para qualquer atividade. Porque a educação não tem limites. Não apenas o por favor e obrigado. O bom dia, chegar na hora, dar satisfação, responder aquele email. Hoje mesmo meu pai me cobrava o "OK" nos emails que ele me manda. Trabalho. Falta de educação minha, falta de comprometimento, num nível baixo, creio, mas é.

Garanto apenas que nenhuma cobrança que eu faço pra ele é por amor. Não, não é. É por obrigação: educar, ensinar e cobrar são obrigações. Pai e mãe não tem que ser amigo. Tem que ser pai e mãe. Amigo não quer saber se você vai dormir sujo, se você comeu, se bebeu água. Mas você pode também ser amigo dele.

Garanto que é com amor que brinco com ele sempre antes de dormir, quando não fica muito tarde, que por amor que vou atrás daquilo que ele quer e que colocamos sempre como meta para alcançar, é por amor que levamos no futebol, natação e até na escola. kkk. É por amor que eu levanto faço o Toddy, separo as bolachas, ligo a TV, dou bom dia, e um tapão na cabeça pela manhã.



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O cara da piscina

escrito por Fabi Estiga nesta data  13. fevereiro 2017 10:46

Dia desses na piscina do Camping um cara falou para dois amigos:

"Status é comprar aquilo que você não precisa, com dinheiro que você não tem, para mostrar para alguém que você não gosta, uma pessoa que você não é".

Achei uma ótima definição, é conhecida, do Geraldo Eustáquio de Souza. Não era do cara da piscina.

Tudo isso partindo do princípio de que ele não gostava de compartilhar nada da vida dele. O seu Facebook era apenas uma foto que tirou porque achou legal, o whats ele só respondia até um horário, telefone ele só atendia se isso, não tinha aquilo.

Tudo bem.

Bem de boa, eu gosto de compartilhar as coisas e acho que muito do que faço vem do fato de copiar boas ideias de pessoas que sigo. Gosto mesmo é de voltar na minha própria vida pra ver o que era ela há tempos. Não vejo problema em dizer que estou em tal lugar, fazendo tal coisa e foi muito massa.

Sei de pessoas que começam processos dentro de suas vidas baseadas no pouco que compartilho, da mesma forma que eu faço com as pessoas que eu sigo. Então não acho ruim, mas não é legal dizer que eu ou qualquer outro faz isso por puro status. Qual o status de ter uma Brasília enferrujada?



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pOsTmIx: tudo ao mesmo tempo

escrito por Fabi Estiga nesta data  31. janeiro 2017 21:24

Hoje o dia começou como terminou ontem. Eu tentando resolver sem muito sucesso o problema do site da CBA. Simplesmente não acessava. No último dia das inscrições para a Copa CBA.

Dormi ontem com o plano B pronto, colocar a lista de inscritos no ar em outro servidor. E foi o que fiz já que o suporte técnico da King Host não resolveu, nem deu nenhuma satisfação sobre o que poderia ser o problema, nem prazo, nada.

Em 10 anos no ar o site ficou algumas vezes fora do ar, é óbvio e até natural. Porém nunca no dia final das inscrições. Isso deu um trabalho incrível hoje pela manhã até o início da tarde.

E eu precisando terminar umas coisas aqui em casa, limpar o carro que estava sujo por dentro e por fora, emporcalhado de tanto trabalho, colocar a última parte da cerca e é claro trabalhar.

Nisso o Schummy teve uma convulsão.muito forte. Nunca tinha acontecido nada com ele. Achei que fosse morrer, porque ele voltou mal, respirando mal. E assim como acontecia com o Elvis voltou cego, sem conseguir se levantar. Passou mais de hora caminhando no pátio debaixo de um sol de 40 graus.

Quando passou a ver melhor coloquei ele pra dentro de casa.

Nesse meio tempo notei novamente que nosso carro é muito pequeno para tantas coisas que precisamos sempre levar pra São Paulo. Quase impossível colocar seis cães nele, mais bagagem e seis pessoas. Fora que deveríamos ficar lá em SP por uns 10 dias.

Deveríamos porque creio que com tudo isso ficaremos em casa.



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Acerca de Brasília 2

escrito por Fabi Estiga nesta data  16. janeiro 2017 22:40

E nessas de trabalhar com madeira continuo minhas "artes". Depois de fazer o portão para estancar a Lew dentro do pátio resolvi continuar. Fiz outro portão e continuarei com as cercas até trocar todas as grades por madeira.

Tá com cara de canteiro de obras, mas vai ficar bão quando a brita sair daí e a grama voltar. Essa cerca nova é a segunda barreira de conteção para a velociraptor, que já começou a cavar a fuga do primeiro portão. Esse também terá uma função extra nos dias de viagem para carregar o carro.



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2017, um ano bom para...

escrito por Fabi Estiga nesta data  2. janeiro 2017 10:20

...reclamar menos e fazer mais. Acho que sempre essa será uma boa pedida, não apenas para início de ano, talvez para o início de cada dia. Isso eu escrevo para que eu mesmo siga.

Mas se você pensar que esse é um chapéu que te serve, pode ser uma boa.

A boa contradição disso é que as melhores e mais importantes postagens deste bloe, e garanto que da maioria dos blogs que existem nesse mar de páginas chamado internet, são reclamações.

Pois bem, reclamar é importante, sem dúvidas. Reclamar e ter uma solução para os problemas, ou pensar e buscar soluções é muito melhor. Sendo assim continuarei reclamando e procurando agir mais.

2017 é um ano bom para isso.



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Parafuso

escrito por Fabi Estiga nesta data  22. dezembro 2016 23:25

Em tudo que faço sempre penso "é a melhor coisa que eu já fiz" e "é a pior coisa que eu já fiz". Em alguns casos isso fica muito explícito, em outros alguns sabem, e em casos mais contidos só eu. A Brasília é um desses casos.

Ela é capaz de amor e ódio em doses cavalares. Tem gente que olha e pensa que porcaria, não entende nada e outras pessoas pensam, no quão fantástico pode ser ter um carro antigo.

Nós temos a mesma reação quando falamos nos nossos cachorros e no agility. "Pra que tanto cachorro? Por que viajar com eles pra competir? Ganha algum prêmio em dinheiro?". Não tem explicação.

Quando eu via essas marquinhas (Volks e Auto Union) nos vidros do Fusca do meu avô, a Audi (Auto Union) não era a marca "Super Premium" que é hoje. A Audi na década de 80 era a Audi, uma empresa da Volkswagen que fabricava alguns carros em parceria com a marca mãe.

O parafuso? Então, esse é da Brasília, são originais do carro. Que tem muita coisa original, apesar do estado crítico de algumas. O link é: um desses hoje custa de 8 a 20 reais, dependendo do estado de conservação. Qualquer outro parafuso, sem marca e novo custará 3,50 ou 4 reais.

Assim como a Audi que era só a Audi antigamente, esse parafuso era basicamente um parafuso.



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Ah uma Brasa | Geral

DC3 da Varig

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. dezembro 2016 23:56

Ainda do lado de fora eu pensava "como essa banheira voava?".

O esquema de cores branco e dois tons de azul é muito clássico. O DC3 foi restaurado recentemente e é impressionante como está bonito. Esse avião ficou muito tempo parado no museu da finada Varig, ao lado do Aeroporto, onde fica agora o Boulevar Laçador, em Porto Alegre.

A única coisa melhor nesse avião que nos novos é o tamanho do banheiro. Eu e a Vívian entramos e caberia mais uma pessoa ainda.

Esse DC3 foi fabricado em 1936 e a American Airline vôou com ele inicialmente. O avião operou pela Varig, até que a empresa vendeu. Quando ia entregar, em Congonhas (ah o trânsito de São Paulo), ele foi batido. E a traseira ficou danificada. O negócio não rolou. Um outro DC3 batido foi aproveitado para reformar esse, porém nem dá pra notar que a reforma, o chapeador era bom. hehehe

Curiosidade, um DC3 aparece no último filme do Indiana Jones.

As poltronas não são individuais, é como se fosse um sofá para duas pessoas, embora o encosto seja individual. O maleiro, compartimento para bagagem acima da cabeça, é uma piada para os dias de hoje. Imagino as malas caindo na cabeça das pessoas. A cabine é claustrofóbica. Três pessoas, piloto, co-piloto e um telegrafista. A última, função que meu avô desempenhava dentro da empresa, não em vôo.

O espaço para as pernas é melhor do que em aviões modernos que operam em nossos vôos domésticos. Esse avião, reformado em 2015, esteve em operação até 1971. Trinta e cinco anos de serviços prestados.



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Fabi Estiga

Mais, nas redes sociais.




Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"