Questão de tempo pra virar estatística

escrito por Fabi Estiga nesta data  17. julho 2017 08:55

Ontem levaram o carro da Vívian. Um domingo, meio dia, na frente de um supermercado e do lugar que vende frango assado. Vívian foi buscar o almoço e perdeu o auto.

Não tem hora, não tem lugar e eu falo, principalmente pela falta de segurança que temos ao entrar e sair do condomínio onde moramos que é apenas questão de tempo para acontecer algo desse tipo. Menos mal que não a levaram junto, nem bolsa, nem celular. Foi só o carro e os pertences do trabalho dela, que por descuido ficaram dentro do carro.

Essas coisas não tem preço. Notebook, HD externo... fotos e mais fotos, algumas que talvez apenas ela tenha. Nunca mais. É como um incêndio, de uma hora para a outra não existe mais.

Quando você pensar sobre roubos, furtos e afins, você não deve pensar em "SE" vai ser. Deve pensar em "QUANDO" vai ser.



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Lamentável

Tem horas que cansa

escrito por Fabi Estiga nesta data  17. janeiro 2017 09:51

Os deuses do agility até me colocaram frente a frente com aulas de agility, Eu como instrutor. Porém eles mesmos viram que meu nível de cobrança não se limitava ao óbvio e não tentaram me colocar novamente nessas situações.

Até tentei ser menos taxativo, porém a minha auto cobrança nunca me permitiu ser flexível.

Meu desempenho dentro de pista nunca foi grandes coisas. Incompatível com o tanto de comprometimento que tenho com o esporte. Entendo que os processos sempre foram mais valiosos do que os resultados.

Meus métodos e a eficácia deles junto a outros condutores pode ser nula, talvez nunca saibamos, se nem em casa eu sou unamidade, imagina fora das porteiras da 48?

Enfim, tem horas que tamanho descrédito cansa.



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Agility | Lamentável

Brisa

escrito por Fabi Estiga nesta data  7. janeiro 2017 23:20

Lembro que dias antes das finais do XIBR (décimo primeiro brasileirão) falando com a Vanessa ela comentou que não iria nas provas no Clube de Cãompo. Pow, como não vai? Candidata ao título, com a Cocóta?

Ela foi, e terminou o ranking na primeira colocação. Brisa, ficou em terceiro. Um grande feito para uma condutora do Rio de Janeiro que era iniciante.

No ano seguinte Brisa continuou, já que ainda não havia completado um ano na categoria, e também foi campeã. Vanessa chegava pela segunda vez ao título. Mas não apenas ao título. Mostrava que um cão adotado, sem raça definida, não apenas poderia fazer agility. Poderia ser campeão!

Eu falo sempre que esses títulos, medalhas, premiações... tudo passa rápido. O que fica é o que foi vivido ao lado do cachorro. A gente nunca aproveita tudo, mas tenho certeza que a Van e o Rafa fizeram tudo o que foi possível.

Brisa, agora no céu de bolinhas e petiscos, viverá para sempre. Porque a gente não esquece. Força Vanessa, Força Rafael!



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Lamentável

O fim da foto

escrito por Fabi Estiga nesta data  13. dezembro 2016 22:08

Vivem dentro de uma caixa, de um tênis da Coca-Cola, mais de 50 momentos incríveis de nossas vidas. A cada dia complica mais ter momentos em caixas.

Hoje ainda durante a janta falei "tô ficando velho". O tempo passa e ficar velho não é ficar pior. Pena que envelhecer, em parte, significa, ficar saudosista. Se hoje você pode levar os teus melhores momentos contigo no espertofone, pode até mesmo tocar neles, também é verdade que de uma hora pra outra ele pode não estar mais contigo.

Ai entra o papel, o impresso. Com cheiro, textura e preço. O último ítem te faz valorizar mais o momento. Ai cabe a reflexão do post, as pessoas a cada dia dão menos valor para esses pequenos instantes de vida.

Dia desses mandei uma foto de uma máquina de escrever pro meu pai, via whats, com a pergunta: "chegou a vender alguma dessas?". Ele começou vendendo para a Olivetti e chegou a ser gerente de vendas da região Sul da Remington, com isso tive acesso a várias máquinas para desde cedo digitar meus textos.

Saudosismo é, em parte, dar valor para as coisas.

Hoje ao receber as 24 fotos que mandei revelar, sim 24 porque os filmes tinham 12, 24 ou 36 poses, notei que a empresa que revela minhas imagens nem de perto tem o carinho que eu tenho pelos meus momentos. Hoje, a foto, é algo banal, está em todo lugar e vale nada, tem trocentas luas, um zilhão de sóis. "Todo mundo é moderno, todo mundo é eterno, como um relógio antigo" H.Gessinger.



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Fotos | Lamentável

Dias complicados - 5975

escrito por Fabi Estiga nesta data  18. novembro 2016 10:20

Glee nesses últimos dias tem dado algum trabalho. Primeiro mancando de uma pata dianteira e depois de uma traseira. Apesar de ter levado em um veterinário ortopedista, especializado, não levei muita fé. Porém havia marcado um segundo especialista, dessa vez na "toda poderosa" UFRGS.

Porém eles desmarcaram a consulta no dia da consulta, com a qual contávamos há dois dias, já que após acabar o remédio que supostamente deveria combater o problema da doga paramos com o mesmo.

Falta de consideração? Falta de compromisso? Respeito? Tudo junto?

Pois é. O estado dela já me preocupava muito e depois de saber que não teria como consultar, fiquei ainda mais. Acabei postando uma mensagem no Facebook pedindo ajuda, já que aparentemente minha visão sobre o assunto estava nublada. Várias foram as dicas, agradeço muito, e a Luiza (vó da Glee), deu uma sugestão muito válida.

Fazer um exame de sangue pra ver se não é outra coisa. Outro problema.

Levei num veterinário para fazer o exame e acabei consultando e descobrindo um outro problema. Que não tem nenhuma ligação com ela mancar. Mas o fato é que medicada contra esse problema ela parou de mancar, melhorou o astral de forma considerável em apenas 12 horas.

Seguimos procurando a origem do problema, mas agora estou bem mais calmo.

Difícil é ficar na mão de veterinários e clínicas que ficam mudando horários e veterinários como bem entendem. É uma falta de profissionalismo gigantesca.



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Lamentável

O caso do carrinho de mercado

escrito por Fabi Estiga nesta data  8. novembro 2016 15:12

Estacionei numa vaga na sombra, perto do mercado do Shopping, enquanto a Vìvian comprava as coisas fiquei no carro, Ok, passou um tempo um Corsa Sedan prata parou do lado direito, desceram umas pessoas e quando olho pelo retrovisor, de canto de olho, vejo um carrinho de mercado estacionando atrás do meu.

Olhei pro carro ao lado, contrário ao do Corsa, e não tinha ninguém, mas no outro, uma Ecosport branca, dessas novas, alguém colocava uma criança no banco de trás. Não dava pra ver devido aos vidros muito escurtos.

Sai do carro, porque teria que tirar o carrinho dali pra sair e fui até o motorista do outro carro para tentar entender a situação. Já tinha entrado no carro e com uma abanada de mão, posicionado estratégicamente bem atrás da Ecosport, vi o vidro preto baixar.

"É seu o carrinho?" perguntei já tascando uma justificativa "é que você colocou atrás do meu carro".
No que recebo como resposta "você não pode colocar em outro lugar? Estou com uma criança pequena no carro."

Respondi "claro que posso, assim como você também poderia ter colocado em outro lugar, ali, lá..." apontando para bons locais para posicionar o mesmo.

Minha vontade: deixar o carrinho atrás do carro dela e fazer ela sair. Mas não se justifica um erro com outro.
O que eu fiz: coloquei o carrinho em um cantinho que não atrapalharia ninguém.
O que deveria ser feito: o mercado deveria pensar nisso e criar uma ilha para que os carrinhos fossem devolvidos e tentar educar as pessoas.

Moral da história

As pessoas não tem limite, esquecem da regra básica de convivência "a tua liberdade acaba onde começa a do outro". E também esquecem que aquilo que fazemos de errado e ninguém vê não deixa de estar errado.

Incrível como as pessoas usam os filhos como justificativa para erros.

Quando vou ao mercado pego um carro, ou uma cestinha, ao finalizar a compra devolvo de onde tirei. É o que eu faço em casa depois de usar algo. Quando tenho alguma dúvida eu penso "o que eu faria se estivesse em casa?".



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As pessoas não tem educação

escrito por Fabi Estiga nesta data  20. outubro 2015 01:16

Entrava eu no mercado coisa de duas semanas atrás, um sábado, quando logo após pegar o carrinho de compras e começar a jornada a procura de produtos de qualidade, tomei uma carrada no calcanhar esquerdo. Virei para trás esperando achar uma criança, tamanha foi a força com que fui atingido. Era um adulto.

Prontamente me pediu desculpas e tudo bem. Eu falei "cara, eu esperava isso de uma criança, de um adulto eu espero um pouco mais de cuidado". E o mal motorista retrucou falando mais grosso "quer que eu faça o que? Já pedi desculpas!". Tentando finalizar a conversa, quase perdendo a razão disse "espero que tu escute e fique quieto, já que você cometeu o erro".

Comigo não tem dar a outra face. Sinto muito.

Sábado, passado, agora dia 17 novamente. Mesmo mercado, mesmo lugar. Eu não levo outra porrada, no mesmo calcanhar? Sim levo. Outro adulto. Me virei e disse logo após um PQP sussurado "como pode um adulto fazer algo assim? Não sabe andar no mercado?". Nem obtive resposta. Fui solenemente ignorado.

Deve ser carma, não dei a outra face, levei carrada no mesmo pé.

Torci nesse dia para encontrar o cara no corredor das frutas, pra tacar meu carrinho no calcanhar dele enquanto ele escolhia alguns tomates, e dizer assim "desculpe, está tudo bem? Machucou? Foi por querer, mas tá vendo? Eu sou mais educado que o senhor e mesmo que você esteja bem eu posso ajudar. Tenha um bom dia e boas compras". Por sorte eu não encontrei.

Eu sinceramente esperava mais dos meus atropeladores.

Fico imaginando o mesmo acontecendo com uma pessoa que tem dificuldades de locomoção. Que já tem um problema, ou numa criança. O cara dizer simples e puramente "desculpa" é da boca pra fora. É pseudoeducação. É como o motorista que bate atrás do teu carro, desce pra ver o que aconteceu e diz "não foi nada".

Quem decide se não foi nada é você!



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O pior

escrito por Fabi Estiga nesta data  2. setembro 2015 16:50

Agosto passado foi o pior mês em termos de postagens, desde julho de 2008. Foram apenas 22. Gostaria de escrever mais, mas também não tenho muito mais sobre o que escrever essa é a verdade. Não por falta de assunto, talvez apenas falta de vontade mesmo.

Essa semana que fiquei fora também diminuiu muito o desempenho do blog.

Agility, Formula 1, Rock n Roll e Fuscas. É disso que falo aqui. Tudo meio fora de moda, meio marginais, com muitos fãs, mas underground. Talvez tenha ficado pequeno demais comparado ao Facebook e grande demais comparado ao blog que ele era lá no início.

Pouca gente, quase ninguém comenta aqui. Preguiça acredito eu seja a maior dificuldade enfrentada pelas pessoas. Os blogs e as opiniões ficam a cada dia mais fora de moda, comparadas com os compartilhamentos imprecisos das redes sociais. Todos dão likes para informações que sequer sabem a fonte. Dificilmente compartilho algo que não seja de minha própria autoria.

Mas o Face, Twitter, Instagram, Youtube, Whats... nenhuma rede é problema. Me dou bem com elas, uso e recomendo, com moderação.

Creio que seja mais desmotivação mesmo, não ando tão animado com Agility como já estive. Muito tempo no meio, estou meio saturado. Como gosto de gerar conteúdo, como já comentei, e não tenho muito tempo hoje para isso, creio que uma coisa gira a outra. Várias engrenagens movimentando a máquina para o lado contrário.



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Coisas da idade

escrito por Fabi Estiga nesta data  19. junho 2015 07:56

Você não deve ter pena de uma pessoa que tem um avião. Não acredito que essa frase seja minha, mas não lembro exatamente quem disse, coisas da idade. Quando eu tinha lá meus 20 anos não imaginava que teria um dia 30, e que estaria perto dos 40 nos dias de hoje. Muito menos que teria um filho, coisas da idade.

Ocorre que ele, meu filho, é fã de futebol. Lastimável, mas é. Porque o futebol está longe de ser algo racional. Eu curto Fórmula 1 e sei que o que existe lá, com tanto dinheiro envolvido, soa meio superficial. A ligação entre Fórmula 1 e seus fãs é bem diferente do que a do futebol. Jamais eu vou pilotar uma Ferrari, uma Mclaren e isso me torna muito mais racional, a distância não dá profundidade na relação.

No futebol é bem diferente. Dele você pode se aproveitar em qualquer lugar, num pedacinho de grama, numa quadra de escola, na praia... uma porta de garagem vira uma goleira e com 10 metros quadrados tem jogo. Essa aproximação torna tudo diferente.

Ai vem um cara, que no auge dos seus 23 anos tem um avião, é ídolo de uma nação e dentro de uma competição internacional, arruma deliberadamente uma confusão, é expulso, não assume o erro, bota a culpa no juiz e toma dois ou três jogos de suspensão. Até ai tudo bem. Se esquece ele que tem uma legião de fãs por todas as partes do mundo, que vão achar que a vida é isso. Reclamar de "injustiça" e botar a culpa nos outros.

Coisas da idade ou coisas do dinheiro.

Estava viajando e não vi o jogo com o Théo, na janta de ontem comentei o caso com ele que prontamente disse "culpa do juiz". Retruquei na hora dizendo que a culpa era do Neymar, que deu uma cabeçada no outro jogador, pegou dois jogos de suspensão e provavelmente não jogará mais essa Copa.

Esse é o exemplo, e essa é minha missão. Explicar as cagadas alheias para meu filho. Coisas da idade.



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Que atirem as pedras

escrito por Fabi Estiga nesta data  4. fevereiro 2015 22:14

Amanheci hoje ouvindo a notícia, vinda da TV de tela plana 30 e poucas polegadas do hotel Topo Gigio, do caso de doping do Anderson Silva. E mais do doping do seu adversário da luta do último sábado. E mais, o UFC sabia de tudo e não falou. E mais eu sou um otário babacão.

Porque antes da luta fiquei feliz e compartilhei o vídeo da Budweiser, porque fiquei acordado pra ver a luta e torci pelo brasileiro. Porque somos brasileiros e não desistimos NUNCA.

Falando sério, quem aqui nunca se drogou? Não, vamos lá, falem a verdade. você já deve ter feito algo de certo, porém drogado. Depois de "cheirar maconha ou fumar cocaína", ou até mesmo dopado como o Anderson Silva. Já né?

É impensável que um atleta, referência ou não, saia ileso de um caso como esses últimos que vimos.

Eu curtia essa bagaça de UFC, não era fanático, mas parei. É muita palhaçada. Um que é pego por uso de cocaína e não perde o título, vários que são impossibilitados de lutar por uso de substâncias proibídas... agora o cara que é tido como o melhor de todos os tempos é pego num antidoping e com o consentimento dos Caras luta, ganha e todos lucram milhões e milhões.

Patético, até nunca mais UFC.



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Schumacher 1 ano

escrito por Fabi Estiga nesta data  30. dezembro 2014 08:36

Parece que foi ontem, no entanto fez um ano que o Schumacher sofreu um acidente esquiando. E de lá pra cá pouco falou-se oficialmente sobre o estado em que o maior campeão de todos os tempos na Fórmula 1 está de verdade. Também não parece importar muito, desde que esteja bem.



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Copa CBA subiu no telhado

escrito por Fabi Estiga nesta data  18. novembro 2014 22:23

Coisa de uns dois anos eu surtei com uma mudança de calendário, tem gravado ai em algum lugar, num RockAgility da vida. Perdi uns pontos naquela oportunidade porque fui muito além do que é aconselhável. Enfim, nem sempre a gente acerta e naquela ocasião o meu desabafo foi o que muitos gostariam de ter feito. Se eu tive coragem ou fui louco o bastante...

Particularmente gostaria de ser menos crítico e ou morar em São Paulo.

Hoje ocorreu outra mudança no calendário, a Copa CBA em dezembro foi transferida para 21 e 22 de fevereiro. Por dois motivos: falta de fotocélula e de local para realização das provas. Melhor cancelar agora do que anunciar no dia da prova um possível cancelamento pela falta do aparato eletrônico.

Com isso o que estava marcado, de uma forma quase ideal de dois em dois meses agora está embolado em 2015. Nacionais em Janeiro, Fevereiro e Março, Américas e Caribe em Abril, e novamente em Maio a Copa Sérgio de Castro. Interessante que alguns estão constatando que o Américas e Caribe do Brasil sairá tão ou mais caro do que os que são realizados fora do país.

Eu não conseguirei bancar esse calendário maluco. Passou da hora do Brasileiro ser Brasileiro mesmo. Não pelo dinheiro, porque pra estar em todas de janeiro até maio gastaria a mesma coisa que se fossem separados de dois em dois meses. E sim pelo dinheiro que deixarei de ganhar sem trabalhar. Aqui em casa são quatro dias fora e dois dias sem trabalho. Então precisamos contabilizar o valor da viagem mais os dias sem ganhar.

Sei de todo o empenho das pessoas que estão lá trabalhando para manter o Agility, acabamos de ver uma mudança grande no comando, mudanças na secretaria, é o início de um trabalho. O que coloco aqui é que dessa forma não é justo. Todos os que precisam viajar pra competir, tendo ou não estadual, já sairão 2015 com uma desvantagem em relação aos que são de São Paulo.

Fecho este post com uma desmotivação gigante. Mais uma vez. Espero ter sido mais light na minha reclamação. Espero que os amigos entendam e saibam que eu também quero o melhor para o esporte.



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Agility | Lamentável

4994 - Cada vez mais Fake

escrito por Fabi Estiga nesta data  5. maio 2014 01:30

A cada dia fico mais triste com a televisão, ao ponto de quase não assistir mais nada. A última desilusão que tive foi em relação ao Superstar, o The Voice das bandas. Ambos os programas me agradam, gosto de música, todavia depois de ver a qualidade da versão original gringa fiquei desapontado com o que temos aqui, em todos os sentidos. Ok, é um show.

Agora, já havia notado isso, descubro que as bandas não tocam ao vivo no Superstar, tudo é gravado no dia anterior, menos os vocais e ai tocam um Playback. Com medo dos possíveis erros tudo é Fake. Sim, porque se uma banda será escolhida para ser supostamente Superstar precisa, no mínimo conseguir tocar ao vivo, sem erros, ou com um mínimo deles.

Tchau, não te vejo e não te uso mais.

O formato é legal, interativo, você vota por um app instalado no espertofone ou tablete de computador. Pergunto de que vale tanta interatividade se nem os músicos fazem isso? Que baita palhaçada.



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Lamentável

A gente perde um pouco da vontade

escrito por Fabi Estiga nesta data  29. abril 2014 23:43

(4986) Sabe como eu penso que funciona a velocidade do cachorro na passarela? Assim: todos os cães nascem com a possibilidade de fazer uma passarela boa em 2 segundos. Mas a vida não proporciona para todos essa possibilidade. Para alguns ela dá até mais, esses são mais rápidos que os tais dois segundos. E tem os que são mais lentos.

Esses as vezes nascem com o formato errado, com menos temperamento, começam mais tarde. Automaticamente já terão problemas. Mas existem aqueles que aos poucos vão perdendo a possibilidade. É uma apresentação mal feita, é um dia que pula a zona e o condutor dá uma bronca, é um outro dia que o dog cai do obstáculo e fica com medo, um desrespeito ao tempo de aprendizado e poraí vamos.

Assim, a cada incidente perdemos hipotéticos 0,01 segundo. Imagine, quase nada. Um piscar de olhos. É, porém faça as conta: três brigas, uma quedinha e uma adiantada no treinamento queimando uma fase. Já foi embora, rapidinho, meio segundo.

Esse foi um mês puxado em termos de trabalho, o tal do abril de 2014. Triste é trabalhar com empenho, tentando fazer o melhor, muitas vezes sem o devido reconhecimento, procurando sempre ver o lado positivo e dessa forma ainda levar boladas na cara.

De décimo em décimo perco um pouco a vontade, como um cão de agility.



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Aniversário de Porto Alegre

escrito por Fabi Estiga nesta data  26. março 2014 13:35
Não sei se dá pra comemorar, mas o vídeo abaixo é bem legal e mostra obras que deveriam estar prontas para a Copa, mas adivinhem??? Não estarão. Triste, mas esse é o Brasil e esse é o Rio Grande do Sul.



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Fabi Estiga

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Agility Esporte - divertimento acima de tudo. Se você faz agility e não se diverte é porque está fazendo errado. Acima de qualquer coisa respeite seu cão, lembre-se que ele nunca erra, não tem culpa e não pediu para praticar o esporte. Assim o bem estar de ambas as partes é primordial sempre. "Praticar é preciso, divertir-se é necessário!"