Uma atividade solitária

escrito por Fabi Estiga nesta data  30. maio 2017 15:59

Escutando o Artur falar sobre tirar fotos nesse final de semana em Atibaia me dei conta de uma coisa. O fotógrafo ele é acima de tudo alguém disposto a olhar para o próximo. Boas fotos surgem a partir desse descompromisso com si mesmo. Abaixo Vívian, Kátia, Nimoy e Pringles. Um quarteto do barulho.

Não que os praticantes dos selfies sejam egoístas, até que não, mas quando você aponta uma máquina para alguém você está não apenas tirando uma foto, você está tentando ver algo que apenas você consegue ou conseguiu ver.

A Lais Aranha, agilísta das antigas, que é uma retratista de primeira escreveu uma vez citando alguém creio, algo do tipo "se você conseguiu ver, você perdeu a foto". A Vívian faz isso direto na estrada. "Olha que lindo" e pega o celular. Eu digo "perdeu a foto".

Acima aconteceu isso exatamente, cliquei esperando ter um cachorro na gangorra, mas Gory, o cão voador, não colaborou. E a legenda da foto é "HEY". Mas se espero pra ver se o dog vai fazer a gangorra não tiro foto alguma.

Mas até dá pra reproduzir o momento.

Acima o Renan e Cassi estavam conversando sentados na porta da caçamba da Pickup dos Fês (Minet e Lesnau). Algo pouco recomendado, estraga a porta... (kkk) enfim... Quando apontei a máquina tirei uma foto e a Cassi desceu. Eu gritei! Sobe ai Cassi, pra eu tirar uma foto! Ela subiu e cliquei.

Acho que eles tomaram um susto, porque eu estava longe. Mas a foto ficou legal.

Ah e a produção da foto também faz parte do processo, pré e pós. Abaixo eu fiz tudo, mas a Vívian clicou. A moça que me manda os dogs loucos lá de Brasília, com o Uno, Eu e a filha do Uno, a Glee. Só a simetria da foto foi um acaso, mãos no mesmo lugar, cães no mesmo lugar, a cara dos dois é parecida, mas ai é genética.

Mostrei pra Luiza e disse, ficou boa. O dia que a gente brigar e não olhar mais pra cara do outro, basta dividir a foto em duas, e era isso. hahaha. Ela deu risada.



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